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Agosto, Mês da Família e Vocacional

Artigo dos agentes de Pastoral, da Paróquia Nossa Senhora das Dores de Cândido Mota/SP, Romildo Pereira de Carvalho e Andréa Maria da Silva Carvalho.

A nossa Igreja Católica Apostólica Romana, no mês de agosto, comemora, a Semana da Família, de 9 a 15 de Agosto , este ano o tema é “ Família, torna-te aquilo que és” e o lema é “O amor jamais acabará” (1Cor, 13,8). Família é santuário da vida, onde a salvação e o bem estar da sociedade passa pelo amor conjugal.

Também comemoramos as vocações: sacerdotal, matrimonial, esta, comemorada com o dia dos pais, dos consagrados (religiosos), dos leigos e também no último domingo, vamos enfatizar a vocação dos nossos catequistas.

Uma parte dos leigos que se destacam são os catequistas, que fazem ecoar a boa nova de Jesus Cristo, principalmente as nossas crianças e adolescentes, para que os mesmos, cresçam com o ensinamento religioso e possam ter um encontro pessoal com Jesus Cristo.

A tradição e o magistério da Igreja são co-responsáveis pela manutenção da nossa Igreja, desde os primórdios nossos religiosos (ordenados ou consagrados), muitas vezes em situações caóticas de perseguições e falta de estruturas, usando lamparinas com azeite, reunindo das catacumbas…mas sempre santificados pela presença do Espírito Santo e motivados pela presença de Deus que habitou do meio de nós, através do seu filho amado, o nosso Amigo e Senhor Jesus Cristo!

A tradição e o magistério da Igreja foi consolidada pela doação e dedicação dos Pais da Igreja, que deram literalmente suas vidas, uns foram jogados ao mar, lançado à fogueira, decapitados, mas nunca negaram sua fé, na propagação e no estudo da Palavra de Deus se destacando entre outros: São Clemente, Santo Inácio de Antioquia, São Policarpo de Esmirna, São Justino, Tertuliano, Santo Ambrósio, São Jerônimo, São Crisóstomo, São Gregório de Nissa, Santo Atanásio, Santo Agostinho, São Basílio de Cesáreia, São Gregório de Nazianzo, Santo Antão, Santa Escolástica…

No centro do altar das nossas Igrejas, está sempre o Jesus Crucificado, lembrando que a vida também é sofrimento, é doação e que a Salvação nos foi garantida com a morte cruenta na cruz do nosso Senhor.

A mesa do altar, lugar sagrado onde são entregues as nossas dores, as nossas angústias, mas também a nossa esperança no Cristo Ressuscitado.

Também é oferecido o pão e o vinho, que com a imposição das mãos e orações do Sacerdote, que age “In persona Christi”, acontece a transubstanciação, ou seja, a matéria do pão e vinho desaparecem dando lugar ao Corpo e Sangue de Jesus Cristo.

Com a dedicação de nossos religiosos vocacionados que se dedicaram longa parte de sua vida aos estudos é que Igreja Católica Apostólica Romana, se mantém de pé, sobrevivendo às perseguições, no início pelos romanos, resistindo aos bárbaros e às cisões passadas, no século XI, com os orientais e de outros irmãos apartados pela descontentamento de Lutero em 1517, também resistiu ao Feudalismo e ao Absolutismo, mesmo assim a Igreja Católica, continua como uma orquestra sinfônica, às “notas tecidas” por São Pedro, Santo Agostinho entre outros e outras, continuam sendo executadas por nossos religiosos até hoje.

Alguns homens da Igreja, erraram, outros ainda erram, em comportamentos, mas no projeto da Salvação, continuam firmes no propósito da Igreja, que nasceu na cruz, quando jorrou água e sangue do peito de Jesus ferido por uma lança, a água que seria uma prefiguração do Batismo e o sangue uma prefiguração do Santíssimo Sacramento da Eucaristia e em Pentecostes, a Igreja nasce para o mundo!

Louvado seja sempre o nosso Amigo e Senhor Jesus Cristo!

  • Romildo Pereira de Carvalho e Andréa Maria da Silva Carvalho, agentes de Pastoral, da Paróquia Nossa Senhora das Dores de Cândido Mota/SP

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