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Mandioqueiros prestam ‘homenagem póstuma’ a Fleury

Reunião com Fleury, em 1991, no Palácio dos Bandeirantes, na capital. Da esquerda para a direita: Abílio de Gênova, Carlos Terra (então prefeito de Cândido Mota), Antônio Donizetti Borges, Fleury, José Reynaldo Bastos da Silva, Milton Cavina e Hélio Rosas (então deputado federal).

‘Manifestamos nosso profundo pesar pelo passamento de Luiz Antônio Fleury Filho, ex-governador de São Paulo, neste 15, destacou José Reynaldo Bastos da Silva, presidente da Associação dos Produtores de Mandioca e Derivados do Estado de São Paulo (Apmesp).
Segundo disse, Fleury sempre foi de ‘extrema sensibilidade às necessidades do povo do interior paulista e dos segmentos produtivos associativos’. “O então governador (1991 a 1994) marcou nossa existência liberando 9 bilhões de cruzeiros em 1991 para o setor mandioqueiro contratar empréstimo do governo federal (EGF) através do Banespa, assim tirando-nos da bancarrota de mercado causada pela desastrosa política econômica do então presidente Fernando Collor. Depois, em 1993, cedeu o imóvel do Estado para sede da Apmesp em Cândido Mota”, disse.
O dirigente lembrou também que Fleury Filho foi sucessor de Orestes Quércia, ‘e continuou o projeto do municipalismo dele herdado’. “Como presidente do PSDB de Cândido Mota, estendo meus sentimentos a todos os correligionários do MDB, partido de Fleury, que se foi aos 73 anos deixando um legado de democracia participativa e interiorização do desenvolvimento paulista”, concluiu Reynaldo.

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