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Eraldo e Júlio esclarecem sobre casas populares em Cândido Mota

Prefeito Eraldo Enfermeiro e o vice Júlio Urbano fizeram uma live onde esclareceram diversos pontos sobre as casas populares em Cândido Mota/SP.

Diante de vários comentários nas redes sociais, inclusive com algumas desinformações, o prefeito Eraldo José Pereira, o ‘Eraldo Enfermeiro’, e o vice Júlio Urbano, fizeram uma live na quarta-feira, 20 de agosto, através das redes sociais da Prefeitura, onde esclareceram diversos pontos sobre as casas populares em Cândido Mota/SP.
“Em 2022 conseguimos finalizar o processo de compra de uma área para construção de casas populares. É importante lembrar que naquela época, o município não possuiu uma área para buscar a parceria para a construção dessas casas, então, o primeiro processo era adquirir a área”, disse Eraldo Enfermeiro, que continuou: “Existem alguns critérios para a compra destas áreas quando se trata de CDHU. Tem que estar próximo de escolas, posto de saúde, de infraestrutura, para que esse novo conjunto habitacional dê sequência ao crescimento da cidade. Então, quando apresentamos essa área, nos foi indicado como um bom local e fizemos a compra”.
Ainda segundo o prefeito, no final de 2023, juntamente com a vereadora Professora Elaine Guedes e com o deputado federal Fernando Marangoni, o município foi contemplado pelo Estado com 80 casas. “Montamos o projeto e constantemente acompanhamos o andamento do processo. Na última conversa com a CDHU, o pessoal nos indicou que a área que havíamos adquirido comportava de 200 a 300 casas, e inclusive, nos orientou que, ao invés de fazermos o investimento em infraestrurura para um lote pequeno de 80 casas, que fizéssemos a adequação dessas casas em uma área institucional. E, juntamente com a CDHU, vimos que as áreas institucionais, que são da Prefeitura, e que estão paradas e não tem nada de construção, estão dentro de bairros. Então, demos inicio a esse processo de adequação, e graças a Deus, já está tramitando tudo isso”, completou Eraldo.
Segundo o prefeito, o custo das obras de infraestrutura do local para construir as 80 casas é o mesmo que para fazer as 300 unidades habitacionais. “Então, para fazer um lote pequeno neste momento não é viável, podemos utilizar o valor em outros lugares”, disse.
O prefeito garantiu a construção das 80 casas populares através do Governo do Estado e de mais 20, através do Governo Federal. “Quero dizer que é mentira que perdemos as casas populares. Muito pelo contrário, nós ganhos essas 80 casas do Governo do Estado através da CDHU, fomos contemplados com mais 20 casas pelo Governo Federal, que já estão em processo em tramitação”, disse.
Sobre a área adquirida, o prefeito ressaltou que a gestão continuará o trabalho para atender a demanda de casas populares no município. “Na área adquirida, nós vamos continuar buscando um lote maior para a construção de 200 a 300 casas populares para o local ou fazer aquilo que o próprio Governo do Estado nos orientou, que é abrir uma parceria público privada para a construção dessas casas, inclusive, com repasse no mesmo valor que a CDHU”.
Por sua vez, o vice-prefeito Júlio Urbano esclareceu sobre a legalidade das construções em áreas institucionais. “A lei é um tanto nova, ela foi aprovada na Alesp em 2020. Quando você tem áreas institucionais com demanda de moradias de interesse social, você pode pegar essas áreas e transformar em lotes e colocar a construção das casas”, disse.
Júlio também destacou a orientação da CDHU de utilizar as áreas institucionais no município, onde muitas delas servem de locais de descarte irregular de lixo. “Essa orientação da CDHU além de nos ajudar a ocupar esses locais, vai aproveitar esses ambientes próximos a escolas, posto de saúde, inclusive, com toda infraestrutura necessária”, disse.
O vice-prefeito explicou como serão construídas as casas nas áreas institucionais. “A orientação é para que, em uma determinada área cabem 20 casas, construam 20 casas lá, em outra cabem 25, aloquem as 25, a gente vai poder ampliar esses bairros e colocar essas construções novas nessas áreas institucionais. Inclusive, as primeiras 25 casas do projeto Minha Casa Minha Vida, a Caixa Econômica Federal já aprovou a área institucional que a gente apresentou, os projetos foram todos apresentados, estamos só aguardando a liberação da licitação”, ressaltou Júlio Urbano.
O prefeito e o vice garantiram que continuarão o trabalho em busca de novas casas populares para Cândido Mota. “Muitas pessoas estão perguntando porque outras gestões, que iniciaram o mandato juntamente com a gente, já conseguiram entregar casas populares. A questão é que esses municípios já possuíam área disponível para a construção dessas casas, que foi comprada em anos anteriores. Cândido Mota, para dar início a esse processo, teve que primeiro ter uma área, para depois solicitar o convênio para a construção das casas populares. Estamos trabalhando para trazer mais unidades para a população, pois sabemos da demanda que existe dentro do nosso município”, concluíram Eraldo Enfermeiro e Júlio Urbano.

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